quinta-feira, 16 de junho de 2011

Platelmintos

  
Características Gerais

Os platelmintos, também conhecidos popularmente como vermes, são animais pertencentes ao filo Platyhelminthes, reino Animália e subreino Metazoa. O corpo dos platelmintos é achatado, pois não possuem sistemas respiratório e circulatório. Vivem em locais úmidos e, algumas espécies, parasitam animais (principalmente mamíferos).
Sistema digestivo

Ocorre de forma intra e extracelular. O sistema é incompleto, apresentando apenas uma abertura em todo sistema. Possuem boca, faringe e intestino.

Sistema nervoso

Possuem sistema nervoso central formado por um anel. Possuem filetes nervosos que percorrem o corpo todo através de ramificações.

Sistema excretor

A excreção é realizada através das células-flama (protonefrídios), que realizam a excreção para a superfície do corpo. Os platelmintos secretam amônia.

Sistema respiratório

Não possuem sistema respiratório. Nos platelmintos de vida livre as trocas são feitas por difusão. Já nos parasitas ela é feita de forma anaeróbica, ou seja, não utiliza oxigênio.

Sistema circulatório

Também não possuem sistema circulatório. Os alimentos são distribuídos pelo corpo através das ramificações do sistema digestivo.

Sistema reprodutor

A reprodução varia de acordo com a espécie. Muitos platelmintos são hermafroditas. Alguns se reproduzem por partenogênese (desenvolvimento do embrião sem fecundação, de forma assexuada). As planárias podem se reproduzir por fissão (ruptura de um pedaço do corpo gerando outro) ou, até mesmo, de forma sexuada
 Características Gerais 
Os platelmintos, também conhecidos popularmente como vermes, são animais pertencentes ao filo Nematoide, reino Animália e subreino Metazoa. O corpo dos platelmintos  é achatado, pois não possuem sistemas respiratório e circulatório. Vivem em locais úmidos e, algumas espécies, parasitam animais (principalmente mamíferos).
Sistema digestivo

Ocorre de forma intra e extracelular. O sistema é incompleto, apresentando apenas uma abertura em todo sistema. Possuem boca, faringe e intestino.

Sistema nervoso

Possuem sistema nervoso central formado por um anel. Possuem filetes nervosos que percorrem o corpo todo através de ramificações.

Sistema excretor

A excreção é realizada através das células-flama (protonefrídios), que realizam a excreção para a superfície do corpo. Os platelmintos secretam amônia.

Sistema respiratório

Não possuem sistema respiratório. Nos platelmintos de vida livre as trocas são feitas por difusão. Já nos parasitas ela é feita de forma anaeróbica, ou seja, não utiliza oxigênio.

Sistema circulatório

Também não possuem sistema circulatório. Os alimentos são distribuídos pelo corpo através das ramificações do sistema digestivo.

Sistema reprodutor

A reprodução varia de acordo com a espécie. Muitos platelmintos são hermafroditas. Alguns se reproduzem por partenogênese (desenvolvimento do embrião sem fecundação, de forma assexuada). As planárias podem se reproduzir por fissão (ruptura de um pedaço do corpo gerando outro) ou, até mesmo, de forma sexuada

Cnidários


O filo Cnidaria (do grego knidos, urtivante, e do latim aria, sufixo plural) são os animais aquáticos conhecidos popularmente como celenterados ou cnidários, de que fazem parte as hidras de água doce, medusas, alforrecas ou águas-vivas, que são normalmente oceânicas, os corais, anémonas-do-mar e as caravelas.
O filo era também chamado Coelenterata (das palavas gregas "coela", o mesmo que "cela" ou "espaço vazio" e "enteros", "intestino"), que originalmente incluía os pentes-do-mar, atualmente considerado um filo separado, composto por animais também gelatinosos como as medusas, mas com características próprias.

 Ciclo de vida

 


 Os cnidários reproduzem-se sexuada e assexuadamente. A reprodução sexuada dá-se na fase de medusa, com exceção dos antozoários (os corais e as anêmonas-do-mar), das hidras e algumas outras espécies que não desenvolvem nunca, a fase de medusa: os machos e fêmeas libertam os produtos sexuais na água e ali se conjugam, dando origem aos zigotos.
Dos ovos saem larvas pelágicas chamadas plânulas, em forma de pêra e completamente ciliadas que, quando encontram um substrato apropriado, se fixam e se transformam em pólipos. Em alguns celenterados, como os corais, a fase de pólipo é a fase definitiva.
Os pólipos reproduzem-se assexuadamente formando pequenas réplicas de si mesmos por evaginação da sua parede, chamadas gomos. No caso dos corais, estes novos pólipos constroem o seu "esqueleto" e continuam fixos, contribuindo para o crescimento da colônia.
No entanto, em certos casos, os gomos dividem-se em discos sobrepostos, num processo conhecido por estrobilação, sendo esta também uma forma de reprodução assexuada. Estes discos libertam-se, dando origem a pequenas medusas chamadas éfiras que eventualmente crescem e se podem reproduzir sexuadamente.

Caracteristicas dos cnidarios:

1. Características Gerais

Forma



 





São animais simétricos radiais. Morfologicamente, existem dois tipos: o pólipo (sedentário) e a medusa (vida livre).

Estrutura

Animais diblásticos, com o corpo formado por duas paredes ou camadas dérmicas, uma mais externa, denominada ectoderma, e outra mais interna, denominada endoderma. Nas duas camadas encontramos os cnidoblastos. Entre essas duas camadas encontramos uma matéria gelatinosa, a mesogléia.

Sistema tegumentário

Epiderme constituída por uma camada celular que contém fibras musculares.

Sistema esquelético

Não existe nas medusa. e em certos pólipos. Os antopólipos secretam um exoesqueleto córneo ou calcário.

Sistema Digestório

A digestão é extra e intracelular. O corpo dos celenterados possui uma abertura que tem a função de boca. É rodeada por tentáculos e está ligada a uma extensa cavidade digestória, saculiforme, simples ou dividida por septos.

Sistema Respiratório

Não possuem órgãos especializados para a respiração. A respiração é aeróbia.

Sistema Excretor

Não existe sistema excretor. As substâncias excretadas são eliminadas pelas células diretamente no meio externo.

Sistema circulatório

Não existe sistema circulatório.

Sistema nervoso

O sistema nervoso dos celenterados é do tipo difuso ou reticular, constituído por células nervosas que estão interligadas umas as outras formando uma rede nervosa. Não possuem cérebro, as células nervosas estão localizadas na mesogléia.

Reprodução

A reprodução nos celenterados, geralmente ocorre por metagênese (alternâncias de gerações) na qual a fase assexuada é representada pelo pólipo e a fase sexuada é representada pela medusa.
PORIFERA : CARACTERÍSTICAS GERAIS
  1. São metazoários sésseis no estádio adulto;
  2. Tamanho variando da ordem de mm a metro;
  3. Assimétricos majoritariamente, poucos com simetria radial;
  4. Plasticidade acentuada: segundo as condições ambientais uma mesma espécie pode ter diferentes formas;
  5. Coloração variada, em esponjas da zona eufótica, devida aos pigmentos lipocrômicos ou algas unicelulares, que desempenham o papel de proteção à excessiva radiação solar;
  6. Nível celular de organização, pois ao menos nos adultos não existem junções especializadas, nem membrana basal;
  7. As células fundamentais - coanócitos, pinacócitos e "amebócitos", formam respectivamente as camadas denominadas coanoderme, pinacoderme (exo- e endopinacoderme) e mesohilo;
  8. Sistema aqüífero bastante diversificado: múltiplos poros inalantes (óstios) e um ou vários poros exalantes (ósculos), câmaras coanocitárias reduzidas ou numerosas, presença ou ausência de canais;
  9. Esqueleto formado por minerais, fibras e/ ou fibrilas orgânicas;
  10. Filtradores ativos do tipo micrófago, excetuando-se algumas esponjas carnívoras de mar profundo; os coanócitos capturam diminutas partículas nas microvilosidades do "colarinho"da célula, como o fazem os coanoflagelados (protoctista);
  11. Digestão intracelular nos amebócitos do tipo arqueócito, os quais receberam o alimento de células denominadas coanócitos;
  12. Os produtos de excreção geralmente são nitrogenados,
  13. Respiração por simples difusão entre células e a água circundante;
  14. Respostas passivas, devidas à irritabilidade celular, e respostas ativas pela existência de substâncias mensageiras (alomônios) em difusão pelo mesohilo, por meio de células desta camada mas também por meio de informação transportada por reações de contato entre células não especializadas,ósculos contráteis e interrupção temporária do fluxo de água;
  15. Grande capacidade de regeneração: algumas podem ter suas células dissociadas mecanicamente e ainda serem capazes de formar uma esponja completa;
  16. Reprodução assexuada por brotamento ou gemulação;
  17. Reprodução sexuada: monóicas ou dióicas; ovíparas ou vivíparas, larvas no estádio blástula (celoblástula, anfiblástula, parenquimela).
Aspectos particulares
  1. São os únicos metazoários capazes de acumular sílica;
  2. Suas células não formam tecidos, órgãos ou sistemas;
  3. A diferenciação celular é altamente reversível na maioria das células;
  4. A reprodução assexuada é acentuada;
  5. Seus gametas são formados a partir de células somáticas;
  6. Na fertilização interna os espermatozóides são capturados e transportados por "células transportadoras" (coanócitos dediferenciados).
  7. Geralmente a diferenciação celular precede a morfogênese

Poriferos

Os poríferos, também conhecidos como espongiários ou simplesmente esponjas, surgiram provavelmente há cerca de 1 bilhão de anos. Supõe-se que eles sejam originados de seres unicelulares e heterótrofos que se agrupam em colônias.
Organização do corpo dos poríferos
O corpo de um porífero possui células que apresentam uma certa divisão de trabalho. Algumas dessas células são organizadas de tal maneira que formam pequenos orifícios, denominados poros, em todo o corpo do animal. É por isso que esses seres recebem o nome de poríferos (do latim porus: 'poro'; ferre: 'portador').
Observe no esquema abaixo que a água penetra no corpo do animal através dos vários poros existentes em seu corpo. Ela alcança então uma cavidade central denominada átrio. Observe também que a parede do corpo é revestida externamente por células achatadas que formam a epiderme. Já internamente, a parede do corpo é revestida por células denominadas coanócitos.


Cada coanócito possui um longo flagelo. O batimento dos flagelos promove um contínuo fluxo de água do ambiente para o átrio do animal. A essa água estão misturados restos orgânicos e microorganismos, que são capturados e digeridos pelos coanócitos. O material digerido é então distribuído para as demais células do animal. Como a digestão ocorre no interior de células, diz-se que os poríferos apresentam digestão intracelular.
Os poríferos são animais filtradores, já que filtram a água que penetra em seu corpo, retirando dela alimento e gás oxigênio. Depois disso, a água com resíduos do metabolismo desses animais é eliminada para o ambiente por meio de uma abertura denominada ósculo.
O esqueleto das esponjas é formado por diversos tipos de substâncias. Entre elas destacam-se as espícolas de calcário ou de sílica, com formas variadas, e uma rede de proteína chamada espongina.


Em certas esponjas, o esqueleto não possui espículas, mas tem a rede de espongina bastante desenvolvida. As esponjas desse tipo é que foram muito utilizadas no passado para banho e limpeza doméstica como no texto acima.



Espículas que sustentam o corpo dos poríferos.


Muitas espécies de poríferos, que ficam totalmente expostos aos predadores, apresentam mecanismos de defesa contra a predação excessiva. O principal mecanismo é de natureza química, e ocorre deste modo: algumas esponjas produzem uma substância tóxica e outras produzem substâncias com atividade anti-microbiana.


No fundo do mar, corais, cnidários e poríferos entre outros competem pelos espaços em substratos sólidos, como as rochas.

Além de atuar como defesa contra predadores e infecções microbianas, essas substâncias tóxicas expelidas pelas esponjas, são vantajosas na competição por espaço que os poríferos travam com outros invertebrados, como os corais, e até mesmo com outras esponjas. Isso permite a algumas esponjas cresçam rapidamente.
Também são muito comuns relações de comensalismo. A estrutura do corpo das esponjas e as suas defesas contra predadores tornam esses animais excelentes refúgios para invertebrados menores e até mesmo para alguns peixes. Várias espécies dependem dessa proteção na sua fase jovem, do contrário suas populações não ficariam estáveis.

Outras associações comuns são aquelas envolvendo esponjas, bactérias e cianobactérias. Provavelmente, o organismo das esponjas constitui um meio rico para o crescimento das bactérias e, ao mesmo tempo, se beneficia de um estoque de bactérias usadas na sua nutrição.

A reprodução dos poríferos

A reprodução dos poríferos pode ser assexuada ou sexuada.
Assexuada - Ocorre, por exemplo, por brotamento. Neste caso, formam-se brotos, que podem se separar do corpo do animal e dar origem a novas esponjas. Observe o esquema abaixo.
As esponjas apresentam ainda grande capacidade de regeneração. Se uma esponja for partida em pedaços, cada pedaço poderá dar origem a uma nova esponja.

Sexuada. Neste caso, quando os espermatozóides (gametas masculinos) estão maduros, eles saem pelo ósculo, junto com a corrente de água, e penetram em outra esponja, onde um deles fecunda um óvulo (gameta feminino). Após a fecundação, que é interna, forma-se uma célula ovo ou zigoto, que se desenvolve e forma uma larva. A larva sai do corpo da esponja, nada com a ajuda de cílios e se fixa, por exemplo, numa rocha, onde se desenvolve até originar uma nova esponja.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Reino Metazoa

Reino Metazoa





Há o encotro do espermatozoide com ovolu e a formação do Zigoto; este passa por inumeras divisões mitóticas através da mitose originando a mórula, blástula, gástrula diblastica e uma gástrula triblastica.

Todos os animais apresentam embrião com uma cavidade interna com água chamado Blatocele. 








sábado, 14 de maio de 2011

Reino Fungi


Reino Fungi





 Este reino é formado por organismos, denominados fungos, que pertencem ao domínio Eukariota. Fazem parte do Reino Fungi aproximadamente 70 mil espécies, desde grandes como os cogumelos até microscópicas como os bolores e leveduras.
Características
  • Eucariontes;
  • Unicelular ou Pluricelular;
  • Parede celular com reforço de quitina;
  • Todos são heterótrofos;
  • Digestão extracelular;
  • Reprodução: sexuada e assexuada;
 

O reino dos fungos abrange um vasto grupo de seres vivos. São organismos eucariontes, aclorofilados, heterótrofos, popularmente conhecidos como bolores, mofos, leveduras, cogumelos-de-chapéu, orelhas-de-pau. Incorporam seus nutrientes por absorção: as células do corpo dos fungos eliminam enzimas que digerem a matéria orgânica presente no meio, possibilitando sua absorção.

A ciência que estuda os fungos é a Micologia.

As células dos fungos estão associadas formando filamentos delgados chamados hifas. As hifas são constituídas por células uni ou binucleadas, em algumas espécies de fungo, em outras, as hifas são cenocíticas.

Os fungos desenvolvem bem em ambientes onde há pouca luz e muita umidade. Por serem organismos heterótrofos, os fungos eliminam certas enzimas que decompõem a matéria orgânica tornando-a líquida para absorvê-la posteriormente.
Existem fungos aeróbicos, que utilizam o O2 do ar para respirar; e outros que utilizam a fermentação na obtenção de energia para a sobrevivência, esses são os anaeróbios.

 

A classificação mais aceita dos fungos fundamenta-se principalmente nos tipos de esporos constituídos durante os ciclos de vida desses. Os ciclos de vida dos fungos são divididos em duas fases: assexuada e sexuada.

A fase assexuada é assinalada pela formação de esporos por mitose. A fase sexuada é caracterizada pela formação de esporos por meiose
.